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Vagas prorrogadas!

Após negociações estabelecidas com a direção da universidade, conseguimos assegurar condições para disponibilizar mais 150 inscrições. Em função da reabertura do sistema para recebê-las prolongaremos o recebimento de propostas para comunicação oral até o dia 26 de maio (sexta-feira próxima).

 

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Prorrogado o prazo para envio de de propostas de resumos para comunicações orais em STs e pôsteres

Foi prorrogado para o dia 22 de maio o prazo para envio de propostas de resumos para comunicações orais em STs e pôsteres.

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Jasbir Puar realizará Conferência de Abertura do III Seminário Internacional Desfazendo Gênero

Jasbir é professora associada do Departamento de Estudos de Mulheres e Gênero da Universidade de Rutgers, Nova Jersey e professora visitante no Departamento de Estudos da Performance da Universidade de Nova York e também membro visitante do Instituto para Pesquisa Cultural de Berlim.

 

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Confira as propostas selecionadas!

STs, Minicursos e Oficinas que fará parte desta edição.

 

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3º Seminário Internacional Desfazendo Gênero acontecerá em Campina Grande, Paraíba, entre 10 a 13 de outubro de 2017

De 10 a 13 de outubro de 2017, acontecerá em Campina Grande, Paraíba, o 3º Seminário Internacional Desfazendo Gênero, adotando na sua terceira edição o título “Com a Diferença Tecer a Resistência”. O evento foi criado por pesquisadora/es e ativistas articulada/os pelo esforço de problematizar como a sexualidade, em interação com outros marcadores sociais da diferença, atuam na tessitura dos processos sociais, constituindo uma potente estratégia para compartilhar dificuldades em inserir as interpelações epistemológicas, teórico-conceituais, metodológicas e políticas aportadas pelo queer nos eventos já existentes no Brasil. Sua 3ª edição está sob a responsabilidade do Núcleo de Investigações e Intervenções em Tecnologias Sociais/NINETS, da Universidade Estadual da Paraíba, sob a coordenação geral da professora Dra. Jussara Carneiro Costa.

Nas edições anteriores, o Seminário anunciou, efetivou e reiterou o compromisso em problematizar normatizações, normalizações, naturalizações e dicotomias envolvendo a compreensão das diversidades e/ou dissidências sexuais e de gênero. Além disso, evidenciou a produção do conhecimento, dialogando com grupos interessados em utilizar os recursos disponíveis no meio acadêmico para produção conjunta de políticas que fortaleçam o respeito e aprendizado com as múltiplas sexualidades e gêneros existentes em nossas sociedades. E também ampliou o compromisso em contribuir para a ocupação do próprio espaço acadêmico por quem antes o habitava apenas na condição de objeto de definição.

Com o tema “Subjetividade, Cidadania e Transfeminismo”, a primeira ocorreu entre 14 e 16 de agosto de 2013, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN, organizada pelo Núcleo Tirésias, sob a coordenação da professora Dra. Berenice Bento, com aproximadamente 800 participantes. A conferência de abertura foi realizada pelo/a sociólogo/a francês/a Marie-Hélène/Sam Bourcier e o evento contou com 5 mini-cursos, 8 mesas redondas, uma mostra artística (com teatro e cinema) e apresentações de pesquisas e artigos em 39 simpósios temáticos.

A segunda edição foi realizada pelo grupo de pesquisa Cultura e Sexualidade/CUS, coordenado pelo/a professor/a Dr/a. Leandro Colling, da Universidade Federal da Bahia/UFBA. Sob o tema “Ativismos das Dissidências Sexuais e de Gênero”. Com a participação de aproximadamente 1.500 pessoas, o evento contou com a conferência de abertura realizada pela filósofa Judith Butler, inscrições em 71 simpósios temáticos e 50 trabalhos em pôsteres, além do lançamento de dezenas de livros, mostras artísticas com shows, performances e peças teatrais.

O Desfazendo em Campina Grande (PB) 

A realização do evento em Campina Grande, interior da Paraíba, adensa a radicalidade do propósito político que informa sua criação, anunciado desde a primeira edição: contribuir para modificar a geopolítica da produção de conhecimento, enfatizando a importância do trabalho que vem sendo desenvolvido no Nordeste do Brasil.

O município está localizado no Planalto da Borborema, microrregião de Campina Grande e mesorregião do Agreste Paraibano, a aproximadamente 130 quilômetros da capital do estado, João Pessoa. Sua população, para 2016, foi estimada pelo IBGE em 407.754 habitantes. Considerado um dos principais pólos industriais do Nordeste e um dos principais pólos tecnológicos da América Latina, se destaca na oferta de ensino superior, médio e técnico, constituindo-se no espaço com a maior quantidade de doutora/es por metro quadrado do Brasil. Simultaneamente, é também território de contrastes sociais profundos, a única não-capital a figurar em 2015 como uma das cidades mais violentas do país, como consta no relatório divulgado pelo Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal.

Processos de racialização e sexualização estão presentes na ordenação das dinâmicas sociais que tecem a vida por aqui, e não seria diferente com os indicadores de violência. Neste contexto, se amarram as trajetórias de Michele, Jussara e Ana Alice, as “mulheres de Queimadas”; de Ninete, “travesti”, “prostituta”, “preta” e “deficiente”; de professor Valderi. Corpos afeminados, violentados e assassinados por ideais de normalidade que recorrem às marcações de gênero, raça e sexualidade para dispor sobre a ocupação local do espaço. Notadamente no âmbito da institucionalidade municipal, inexistem quaisquer iniciativas públicas para enfrentar tais situações.  Essas e outras tessituras completam o cenário e dizem muito sobre como a heteronormatividade atua por aqui!

O Desfazendo Gênero significa para nós a oportunidade de aproveitarmos as potencialidades políticas do evento e por em relevo a articulação e a atuação de marcadores da diferença articulados a processos de racializaçao e sexualização na produção de dinâmicas de subalternização e resistência no espaço em que nos encontramos inserida/os; de aprendermos com experiências e práticas sociais que materializam outros modos de lidar com a diferença e utilizá-la como base para uma reconfiguração da relação saber-poder-fazer; de tomar essas questões como mote para intervenções estratégicas na geopolítica do conhecimento.

Contaremos com conferência, mesas redondas, simpósios temáticos, minicursos, oficinas, lançamento de livros, intervenções artístico-culturais e tendas de vivencia tecidas por diálogos entre saberes que nos ensinam (des)aprendizagens necessárias à (re)configuração de nossas estratégias de resistência.

Submissão de propostas

CHAMADA DE PROPOSTAS DE COMUNICAÇÕES PARA SIMPÓSIOS TEMÁTICOS E PÔSTERES

O 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DESFAZENDO GÊNERO, recebe, no período de 31 de março a 26 de maio de 2017, o envio de propostas de comunicações a serem apresentadas nos Simpósios Temáticos. No mesmo período, também podem ser enviadas propostas de pôsteres para serem expostos no evento, considerando o seguinte cronograma:

Prazo para envio de resumo simplificado: 31 de março a 26 de maio.

Divulgação de aceites: até 10 de junho.

Envio do Trabalho completo: 10 junho a 15 de julho.

Orientações para submissão de comunicações para os Simpósios Temáticos

A lista completa de simpósios, com as respectivas coordenações e detalhamento das propostas você pode conferir aqui

Para enviar uma proposta de comunicação a ser apresentada em um Simpósio Temático, a pessoa proponente deve estar inscrita no evento e acessar a aba “área de/o/a inscrite/a/o”, onde se encontram orientações sobre inscrições e forma de pagamento.

Ao efetuar a inscrição será possível escolher o Simpósio para o qual será encaminhado o resumo, que deverá ser digitado no formulário eletrônico disponibilizado no local.

A pessoa inscrita deverá escolher dois STs na ordem de sua preferência. Caso não seja aceito no primeiro, seu trabalho será avaliado pelas/os coordenadoras/es da segunda opção escolhida.

O prazo para envio dos resumos devera ocorrer entre 31 de março a 26 de maio de 2017 e o mesmo deverá conter as seguintes informações:

  • Título, autore/as, localização institucional, e-mail;
  • Resumo com no mínimo mil (1000) e no máximo mil e duzentos (1200) caracteres (a ser digitado no formulário eletrônico);
  • Três a cinco palavras-chave separadas por ponto e virgula;
  • Versão em inglês ou espanhol (título, resumo e palavras-chave).

Uma vez aprovada, a versão final do artigo deverá ser enviada via “área de/a/o inscrito” obedecendo aos seguintes critérios:

  • Mínimo de 7 e máximo de 10 laudas;
  • Textos em Formato word (*.doc), Fonte Times New Roman, tamanho 12;
  • Papel A4, páginas não numeradas;
  • Espaçamento do texto entre linhas 1,5;
  • Primeira linha de cada parágrafo com recuo padrão (1,25cm);
  • Sem espaço entre os parágrafos;
  • Espaçamento das citações simples com recuo padrão (1,25cm);
  • Margens: superior 2,5 cm; inferior 2 cm; esquerda 3 cm; direita 3 cm.
  • Na primeira página do trabalho, devem aparecer o nome do Simpósio em que deseja apresentar a comunicação e o título da comunicação centralizado: em caixa alta e em negrito e a identificação da logo do evento

Atenção:

A/os coordenadora/es de ST serão orientada/os a não aceitarem propostas que desconsiderem essas indicações.

Cada participante poderá apresentar até dois trabalhos, desde que em STs diferentes, sendo um na condição de auto/ra e outro na função de co-autor/a. Cada proposta de comunicação poderá contar com até três autorxs e ser enviada apenas para um (1) ST.

Apenas o/a autor/a do trabalho deverá submetê-lo no sistema. Se houver co-autoria, a outra pessoa deverá se inscrever previamente no sistema. No momento em que o/a autor/a fizer a submissão da proposta, deverá informar o CPF ou o passaporte da(s) pessoa(s) coautora(s) do trabalho.

Para estudantes de graduação recomendamos que os trabalhos sejam publicados em co-autoria com professor/a orientador/a.

Serão publicados posteriormente apenas os textos completos apresentados durante os Simpósios Temáticos.

Não haverá devolução do valor de inscrição. Caso o trabalho não seja aceito, a/o proponente estará automaticamente inscrita/o no evento na categoria ouvinte.

É de inteira responsabilidade do/as autora/es a apresentação da Comunicação Oral e comunicar às coordenações de STs sobre sua quaisquer impossibilidades de comparecer à apresentação.

Só serão incluídos na programação trabalhos cujas/os autoras/es tiverem pago o valor de inscrição no prazo previsto. O certificado será emitido somente se o trabalho for apresentado pelas/os autoras/es, não sendo aceitas apresentações feitas por terceiros/as.

IMPORTANTE: Não é necessário pagar a inscrição para submeter as propostas de comunicação, mas somente o pagamento garante a vaga para participar do evento.

Orientações para submissão de pôsteres

Para submeter uma proposta de pôster, a pessoa interessada deverá enviar um resumo com um pequeno relato da experiência de pesquisa, de práticas sociais, artísticas e/ou de ativismo em determinada área/tema.  O resumo deverá contar com um título (o mesmo que estará no pôster) e ter no máximo 3 mil caracteres com espaço. A proposta deverá ser encaminhada exclusivamente através deste site.

A seleção das propostas será feita por uma comissão designada para a finalidade e o resultado divulgado neste site (www.desfazendogenero.com) no mesmo dia em que a programação final.

Cada pôster poderá contar com até dois autorxs.

Caso a proposta seja aprovada, o pôster deverá ser confeccionado com cordão para pendurar, em material escolhido a critério da/os autora/es, desde que observando as seguintes dimensões: largura mínima de 50 cm e máxima de 90 cm e altura mínima de 80 cm e máxima de 120 cm;

No pôster deverá constar o título (idêntico ao do resumo aceito), nomes e instituições das pessoas autoras, seus e-mails e áreas de conhecimento. Ainda deve ser identificado o tipo do relato (se pesquisa, práticas sociais, artísticas e/ou ativismos), uma introdução, os métodos (caso aplicável), resultados, discussão e conclusões;

Não será permitido, na apresentação do pôster:

  • apresentar com retroprojetor, computador, microfone e/ou outros equipamentos elétricos;
  • utilizar aparelhos e instrumentos sonoros que interfiram na comunicação das demais pessoas que participam do evento;
  • apresentar o pôster fora da data, local ou horários programados;
  • que apenas uma única pessoa apresente mais de um pôster;
  • apresentação por pessoas não autoras;
  • expor pôsteres não aprovados pela comissão.

Saiba aqui o que acontecerá na 3ª Edição do Seminário Internacional Desfazendo Gênero 

A insurgência de questionamentos lançados por pessoas ocupando diferentes lugares periféricos, desencadeada nas décadas de 1960 a 1980, vem desnudando gradativamente como o controle dos processos de subjetivação é amplamente usado nas estratégias de dominação e colonialidade. Apontam, além disso, como o ato de identificar os corpos como diferentes, utilizando-se de marcações de espécie, raça, sexualidade, gênero, dentre outras, constitui o meio pelo qual se exerce o controle dos processos de subjetivação.

Assim sendo, analisar as maneiras pelas quais estabelecemos as interconexões entre marcadores da diferença nas nossas práticas cotidianas constitui um exercício de máxima urgência. Há necessidade premente de avaliarmos nossas estratégias de resistência e organização, de problematizarmos as reverberações dos aportes teóricos que utilizamos para compreender o mundo e nele atuar, de questionarmos as maneiras como “pensamos” a produção do conhecimento e “fazemos” política. Também se mostra necessário analisar nossas estratégias de atuação nos espaços institucionais. Além disso, se o queer coloca de maneira contundente a necessidade de construirmos ferramentas conceituais e teóricas próprias, constitui tarefa da maior importância compartilhar dificuldades e achados teórico-metodológicos que adensem nossa condição de problematizar como se encontram amarrados marcadores da diferença nas resistências forjadas pelas dissidências.

Na sua terceira edição, o Seminário Internacional Desfazendo Gênero, investirá na construção de diálogos que permitam aprofundar essas questões, através das seguintes atividades:

a) CONFERÊNCIA DE ABERTURA 

Contaremos com uma conferência de abertura realizada pela professora Dra. Jasbir Puar, professora associada do Departamento de Estudos de Mulheres e Gênero da Universidade de Rutgers, Nova Jersey e professora visitante no Departamento de Estudos da Performance da Universidade de Nova York e também é membro visitante do Instituto para Pesquisa Cultural de Berlim que discorrerá sobre o tema central do evento, desafios táticas de (re)articular a resistência a partir das nossas diferenças.

Com a conferência daremos início a um conjunto articulado de diálogos a serem desenvolvidos através de Mesas Temáticas, apresentação de Trabalhos em Simpósios Temáticos e Pôsteres, Mini-Cursos, Oficinas, Intervenções arstístico-culturais e ainda as Tendas de Vivência.

b) MESAS TEMÁTICAS

Aprofundarão as interpelações do evento, reunindo pesquisadore/as, mas também pessoas que experienciam cotidianamente as questões aportadas pelas oito (8) mesas temáticas previstas no evento, abordando os seguintes temas:

Mesa temática 1: “SABERES DA DIFERENÇA PARA (RE)FAZER  RESISTÊNCIA” 

Propõe a problematização do investimento planejado na extinção ou apagamento de formas de vida que mostram ser possível manter o corpo resistente às estratégias de controle e dominação articuladas aos processos de colonialidade; um diálogo com saberes que resguardam elementos de sistemas epistemológicos organizados a partir de cosmologias que desafiam as estratégias de homogeneização ocidentais. Que chaves oferecem para a (re)invenção de nossas formas de atuação? Como podem nos ajudar a adensar nossa capacidade de localização nas estratégias de poder? Que estratégias inspiram para desfazer o agenciamento de marcadores da diferença nos processos de racialização e sexualização que conferem inteligibilidade ao “humano”? Essas e outras questões interessam ao debate. 

Mesa temática 2: VIDAS PRECÁRIAS E OS CORPOS EXTERMINÁVEIS “DA VEZ”

Propõe um debate articulando a emergência das dissidências identitárias ao recrudescimento fundamentalista das décadas recentes. Considerando que o projeto de humanidade conduzido pelo Ocidente promove o extermínio sistemático de corpos que desafiam ou excedem sua lógica de funcionamento, convidamos a uma reflexão sobre os corpos extermináveis da vez, indagando sobre os “enquadramentos” utilizados para colocá-los sob mira; sobre como marcadores sociais da diferença são articulados nesses processos; sobre como nos ajudam a entender os dias atuais.

 Mesa temática 3:  NA ENCRUZILHADA IDENTITÁRIA: REVISITANDO NOSSOS MODELOS DE INTERSECCIONALIDADES

 A mesa tem por objetivo problematizar como as percepções sobre a articulação entre as diferenças estão colocadas nas práticas de resistência que ocorrem em diversos âmbitos da nossa atuação; como os esforços de categorização e/ou nomeação identitária se localizam no difícil exercício de subverter as instâncias de controle que instituem a necessidade de categorizar e nomear.

 Mesa temática 4:  “O QUEER QUE A GENTE VÊ POR AQUI”

 Propõe um dialogo articulado a partir de reflexões sobre práticas e experiências políticas inspiradas nas provocações epistemológicas associadas a dissidência queer. Como se articulam nessas experiências, arte, estética, tecnologias, afeto? Que ferramentas possibilitam construir para realizar a disputa das “mentalidades” e processos de (des)subjetivações? Que impactos apresentam a produção da linguagem? Como tem desafiado mecanismos de desigualdade (intra)regionais que fortalecem processos de colonialidade? Que desafios apontam à construção de agendas que permitam adensar a articulação de práticas de produção de saberes e intervenções políticas? Esses, e outros aspectos a serem considerados pelas pessoas convidadas, são algumas das questões que interessam ao debate proposto pela mesa.

 Mesa temática 5: ATIVISMOS QUEER NA EUROPA DO SUL

 A mesa redonda pretende discutir experiências de ativismos queer localizados no sul da Europa, em especial Portugal e Espanha. Quais são essas experiências? Em que medida elas se diferenciam do movimento LGBT local? Que estratégias e pautas são mais utilizadas? Essas são algumas das perguntas que nortearão a mesa.

Mesa temática 6: DESAFIOS TÁTICOS À REINVENÇÃO DAS LUTAS NO ÂMBITO DA INSTITUCIONALIDADE

A mesa propõe o encontro de incursões sobre os significados do cerco fundamentalista a políticas educacionais e sobre a centralidade da família, corpo e comportamento humano nos rearranjos econômicos e políticos contemporâneos. Propõe ainda o encontro de problematizações acerca das possibilidades de atuação política na relação com aparatos institucionais do Estado e partidos políticos e a ênfase nas políticas públicas como estratégia articuladora de tais iniciativas. 

Mesa temática 7: DESCOLONIZAR A LUTA PRA SUPERAR O LUTO: COMO TECEMOS NOSSA RESISTÊNCIA

A mesa propõe a composição de um painel com reflexões sobre experiências que se organizam para manifestar oposição ao ordenamento heteronormativo. Quais táticas são utilizadas e como podem ser compartilhadas? Como realidades locais têm impactado formas de se exercer a agência política? Como se configura a relação saber-poder nos contornos adquiridos por tais agências? Que mecanismos de articulação são experimentados em âmbitos globais, intra-regionais e locais e como têm subvertido a lógica da colonialidade? Como se dão as parcerias? Que potencialidades são identificadas e que aspectos podem ser aprimorados? O quanto conhecemos das experiências potencialmente ricas em técnicas subversivas?  É possível pensar na articulação de agendas comuns? Que meios de articulação são possíveis vislumbrar? Interessam ao debate essas e outras questões a serem consideradas pelas pessoas convidadas.

Mesa temática 8: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O 4º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DESFAZENDO GÊNERO.

A mesa propõe uma avaliação das três primeiras edições do Seminário Internacional Desfazendo Gênero e encaminhamentos para adensar a articulação do evento com as iniciativas de pesquisa e intervenção que vem sendo desencadeadas a partir das interpelações aportadas. Também será um momento para apontar sugestões para a 4ª edição do evento.

c) SIMPÓSIOS TEMÁTICOS (ST’S)

Trata-se de espaços propostos por pesquisadore/as ou pessoas com notório saber para a apresentação e debate de pesquisas, práticas sociais e artísticas e/ou intervenções sobre um mesmo tema.

d) OFICINAS E MINICURSOS

 Constituem espaço para troca de experiências, aprofundamento de temas, exercícios e desenvolvimento de habilidades de acordo com interesse de participantes. As inscrições poderão ser feitas no sistema, através da área do/a inscrito/a. Confira as propostas aqui

e) LANÇAMENTO DE PUBLICAÇÕES e PRODUTOS TÉCNICOS

Como nas edições anteriores, a 3ª edição será um espaço para divulgação e circulação das produções acadêmicas e produtos tecnológicos articulados às interpelações aportadas.

f) TENDAS DE VIVENCIA

Visam promover espaços para adensar o dialogo com experiências, inclusive aquelas já apresentadas em edições anteriores, resultado de articulações feitas pela coordenação do evento, complementadas com experiências propostas por convidado/as e inscrita/os no evento.

g) PRODUTOS TÉCNICOS E INTERVENÇÕES ARTÍSTICO-CULTURAIS

 Tomando o aspecto “artístico” da cultura, como forma de acessar elementos de sistemas mundo que resistem à homogeneidade colonialista, como chave para pensar processos de subjetivações autônomos. Considerando que as inúmeras linguagens artísticas adensam a construção de espaços de comunicação e de opinião, bem como de resistência e subversão frente aos signos da colonialidade que se expressam também no campo artístico, abriremos edital para receber propostas de intervenções, performances, instalações, mostras de teatro e cinema e outras manifestações e produções artístico-políticas, constituindo um espaço privilegiado para exercitar e motivar no público alvo a expressão de visões de mundo e de pensamentos críticos que multiplicam o espectro poético e performativo no campo político. Construir esse espaço significa assumir um compromisso de entender as artes como reivindicação social e ruptura artístico-política, notadamente pela criação de cenários, espaços e paisagens culturais articulados com cosmovisões que potencializam nossa capacidade de crítica de análise e atuação.

Realização

Como chegar

No aeroporto de Campina Grande

Duas empresas operam voos para o Aeroporto Presidente João Suassuna, localizado no bairro do Velame, na Av. Uberaba, s/n em Campina Grande, são a Azul e a Gol com voos regulares com conexões mais frequente em Recife e Salvador.

Para o período do evento há, até o momento, voos programados na Gol e na Azul para os dias 08, 09 e 10 outubro e de retorno 13, 14 e 15 de outubro de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Fortaleza, Aracaju, Vitória, Belém, Manaus, Brasília, Cuiabá e outras cidades do interior a conferir no site das companhias aéreas.

Do aeroporto de Campina Grande para a UEPB

O campus da UEPB, aonde se concentrarão a maioria das atividades do evento, se localiza no Bairro Universitário (Bodocongó), Rua das Baraúnas, a cerca de 4,5 km do centro de Campina Grande. Infelizmente, o aeroporto de Campina Grande não dispõe de linha regular de ônibus coletivo do aeroporto para o restante da cidade, por isso, as opções são:

Táxi

A corrida de táxi do Aeroporto João Suassuna até o centro da cidade custa em torno de R$ 35,00, e cerca de R$ 50,00 até a UEPB, a depender do fluxo do trânsito.

As principais empresas de táxi que operam na cidade são:

Grantax (83) 3341 7777

Paraíba Rádio Táxi (83) 3321 6666

Campina Táxi (83) 3343 3737

Mototaxi

A corrida diurna de mototaxi em Campina Grande custa R$ 7,00 e a noturna R$ 8,00. Levando em consideração a distância do aeroporto João Suassuna, o preço da corrida até o centro da cidade/UEPB custa em média R$ 10,00.

São empresas de mototaxi que operam na cidade:

Central Mototaxi (83) 3058 0066 / (83) 9 9685 2918 (WhatsApp)

CG Mototaxi (83) 3310 9966

Na Rodoviária de Campina Grande

Para quem prefere ou precisa de transporte terrestre há algumas empresas que operam viagens para Campina Grande dos principais destinos do Nordeste e de outras partes do país. São elas:

Guanabara (Fortaleza – Campina Grande / Teresina – Campina Grande)

Viação Nordeste (Natal – Campina Grande)

Viação Progresso (São Luís – Campina Grande / Recife – Campina Grande/ Teresina Campina Grande / Maceió – Campina Grande)

Outras empresas operam trechos de outras regiões tais como:

Penha

Itapemirim

Da rodoviária de Campina Grande para a UEPB

Além das empresas de táxi e mototaxi (com os mesmos preços médios anteriores), uma opção para se deslocar a partir da rodoviária de Campina Grande é a Linha de Ônibus 092 e 555, ambos tem como destino o Terminal de Integração (com troca de ônibus grátis), localizado no centro da Cidade, de onde partem as seguintes linhas de ônibus para o campus da UEPB: 333, 303 e 300B (este no sentido contrário ao Bairro de Bodocongó).

A tarifa urbana de ônibus em Campina Grande custa R$ 3,00.

Formulário de Contato - Desfazendo Gênero

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